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Gravidez na Adolescência: de quem é a culpa?

Continua aumentando a ocorrência de sexo sem compromisso entre adolescentes. Isso se deve à influência dos meios de comunicação e também a falta de estrutura familiar, dentre outros fatores. Porém, tal atitude pode acarretar sérias conseqüências para esses indivíduos, a exemplo da gravidez precoce, doenças sexualmente transmissíveis, abandono dos estudos.

Muitos adolescentes iniciam a vida sexual por curiosidade, pressão dos parceiros e colegas, estimulados pela televisão, internet e músicas. A família também tem uma parcela de culpa nessa questão: quando não há diálogo ou é grande a ocorrência de violência dentro do lar, muitos passam a praticar o sexo como uma fuga para seus problemas. Porém acabam se frustrando, uma vez que não tiveram educação sexual nem formação religiosa. Nessa fase podem até adquirir doenças sexualmente transmissíveis.

A gravidez juvenil constitui um problema social. O Governo Federal tem concedido uma série de incentivos às famílias menos favorecidas, como a Bolsa Família e o Salário Maternidade. Na verdade, o que acaba ocorrendo é o aumento de meninas e mulheres que engravida descontroladamente com intuito de adquirir esses recursos.

Às vezes, os pais dessas jovens acabam forçando um casamento com pouquíssimas chances de ser duradouro. O isolamento social também é um dos fatores que fazem com que as futuras mães permaneçam inseguras diante da realidade que vivem. O próprio Estado lhes nega os direitos garantidos por lei: O Estatuto da Criança e do Adolescente e a Constituição apresentam leis na quais fica estabelecido que as menores têm prioridade no setor educacional, da saúde e da assistência social, independente de classe, sexo, religião, cor dentre outros. Também há casos nos quais os homens abandonam as grávidas e muitas dessas, constrangidas, recorrem às drogas ou método abortivos. Os bebês que sobrevivem acabam nascendo com sérios problemas psicológicos ou físicos.

A posição das Igrejas Cristãs vai de encontro ao que o Governo propõe ao distribuir camisinhas, pílulas anticonceptivas, além de promover propagandas que estimula o sexo sem compromisso.

Falta, por parte da família, a promoção constante do diálogo entre pais e filhos. Já as escolas devem realizar cursos e palestras que conscientizem os educandos a cerca da formação do indivíduo, ética, cidadania e uma educação sexual consciente.

Diante dessa reflexão, percebe-se que em pleno século XXI, países como o Brasil continua vivendo esse problema político e socioeconômico, já que a gravidez juvenil representa um atraso, pois traz uma série de conseqüências, a exemplo do aumento do índice de analfabetismo, desemprego, miserabilidade, violência dentre outros.


Pe. Luís Carlos de Cerqueira
Pároco






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